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terça-feira, agosto 10, 2010

Seguimos felizes

Já me disseram que neste momento é vão aparecer pessoas pra falar o que não devem e, também, pra falar coisas muito bacanas.

Experimentamos dos dois e digo, claro, que quem vem pra aconselhar, com sorriso na cara e amor é muito bem-vindo.
Os outros a gente atura quem tiver que e quem não tiver, deleta.

Não é fácil ver que no momento mais feliz da sua vida sempre vai ter alguém pra atrapalhar isso.
Bem... Não posso esperar que todos entendam o tamanho da nossa felicidade, não é?

Seguimos vivendo, felizes então. ;)

sexta-feira, abril 23, 2010

Música na Caixola

*Enquanto escrevia o outro post lembrei dessa música.

METADE
[Oswaldo Montenegro]

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

Música na caixola

Flor da Pele
Composição: Zeca Baleiro

Ando tão à flor da pele
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Ando tão à flor da pele
Meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo
Do juízo final...(2x)

Barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!

Ando tão à flor da pele
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Ando tão à flor da pele
Meu desejo se confunde
Com a vontade de nem ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo
Do juízo final...(2x)

Barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!

Oh, sim!
Eu estou tão cansado
Mas não prá dizer
Que não acredito
Mais em você
Eu não preciso
De muito dinheiro
Graças a Deus!
Mas vou tomar
Aquele velho navio
Aquele velho navio!

Barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicído!

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Do baú

Em fevereiro do ano passado...

Eu só queria mergulhar

Há mais de um mês, tenho adiado para o carnaval os meus mergulhos. Não sei se alguém mais é assim, mas tenho desenvolvido a necessidade de mergulhar. A sensação quando se está imerso, de silêncio, distância e paz é meu calmante.

Além do mergulho literal, tenho desejo de outros. Como mergulhar em trabalho, mergulhar no amor da família reunida, mergulhar no peito do meu amado. Só mergulhar...

É importante analisar que o mergulho parte de um salto, seja ele grande ou pequeno. E eu que já me sentia no ar, apertei o rewind, com muuuita atenção para não apertar o erase. Precisei voltar, tirar meu maiô e minha toca, porque neste carnaval não vai haver mergulho de banho. Talvez nos lençois, que pede qualquer roupinha como vestimenta.

Pena que esse é daqueles mergulhos doídos, sem o sorriso e o splash de cair na água. Cair na realidade, nem sempre, é tão divertido.

Logo hoje que preparei minha melhor roupa e inglês para mergulhar no trabalho, já que tenho uma novidade fresquinha. Nem tive tempo de mergulhar na alegria de saber que vou ter[emos] mais uma renda - pra planos, talvez...

Parafraseando uma frase que ouvi e repeti esses dias, um mergulho compensa o outro. Será?

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Quando você ama

A gente vive tanta coisa e vive junto, mesmo que separado. E a distância 'só' é ruim por causa da saudade e da vontade de querer estar junto porque no dia-a-dia não torna - mais - nada maior e nem menor, aprendemos a lidar com ela.

E dentro de um furacão de uma situação com mais capítulos do que podemos suportar, o amor faz a gente ter outro prisma, olhar, observação... E enquanto todo mundo se confunde, o amor mostra claramente o que realmente importa, para quem observa. Mas nem todo mundo observa...

E o que se vê é tão claro, límpido, que não foi entendido no momento de maior agitação... Mas a calmaria chegou e com ela o entendimento e a determinação de um amor cuidadoso. E esse cuidado promete gerar vida, mais amor, compreensão e confiança.

amém

sábado, dezembro 05, 2009

Try harder

Chegar ao limite não o suficiente, eu acho...

Deus me ilumine pra saber o que acontece quando o limite é ultrapassado.

quinta-feira, novembro 26, 2009

LOST

Você já se sentiu tão segura mas tão segura que se permitiu acreditar completamente, sonhar, planejar e ser, de fato, a pessoa mais feliz do mundo? Eu já!

Posso dizer que foi a melhor sensação da minha vida: "Viver e não ter a vergonha de ser feliz [...] cantar a beleza de ser um eterno aprendiz!"
Que verdade! Que sentimento, certeza e esperança! Que delícia!!!

Não acredito que "Todo Carnaval tem seu fim", não mesmo. Se não, não haveria a entrega total e absoluta. Mas te digo... Estar, conquistar e viver esse estado tão absurdamente real de felicidade e, de repente, não o viver mais é uma coisa sem palavras.

Zelei muito, aproveitei cada sensação, tentei ao máximo, entendi que para manter algo tão precioso era preciso mudar e mudei. Tudo tão sem peso, leve e diferente do peso que sinto agora. Estou perdida.

Estou perdida e quando estamos assim toda direção que olhamos, não reconhecemos o caminho de volta. Eu queria tanto que tivesse volta. Voltar há uns dias atrás e não perceber tudo que percebo agora.

segunda-feira, julho 13, 2009

A vida que eu queria tomar conta

Queria acordar cansada numa segunda-feira de tanta diversão do final de semana. Preparar o café pro início de uma semana corrida, levar o café na cama e tentar te acordar no meio de tanta preguiça. Te fazer perder a hora por desistir e resolver me juntar a você debaixo dos lençóis. Então, acordaria num susto com você se vestindo, já, meio atrasado, mas feliz da vida por me ver dormir sorrindo.

Levantaria, com certeza, pra verificar se a roupa tava limpinha, cheirosa e sem pêlos. Mesmo com tudo certo ainda teria algo a arrumar. Te levaria na porta, nem que fosse só a do quarto, dar um beijo demorado pra que seu dia tivesse gosto de quero mais. Só então, com sua vida em ordem, o meu dia começaria... Minha rotina de trabalho seria até bem parecida com a de hoje, porém na minha casinha. Olharia em volta e reconheceria cada peça escolhida e desejada por nós. Lembranças de gargalhadas dentro de lojas de casa e palestras e mais palestras suas sobre como tal coisa ficaria melhor que a outra, sabedoria herdada da mãe arquiteta.

O MSN vilão não seria mais, porque toda proximidade do dia-a-dia nos faria entender as frases que a distância tornava dúbia. Além do mais, que tola, o telefone seria custo de ligação local e o MSN muito menos útil.

No final dos dias de semana, te esperaria com um lanche com "cara da sua vó": bolo, nescau, suco, ovo mexido e pão. Pra gente sentar e contar da correria do dia, do contrato renovado, do cliente satisfeito, das novidades das famílias de longe e, claro, das contas a pagar. Com o último gole do café viria uma vontade louca de aproveitar a casa, ficando no sofá entre uma leitura e outra ao som de uma trilha sonora que você escolheria tão bem. Ou até mesmo de zapear entre seriados enquanto eu, provavelmente, dormiria no seu colo.

Nos finais de semana a gente acordaria sempre tarde, naquela promessa que sábado de manhã é o "dia do meu marido" e seria tão bom levantar com borboletas no estômago também cheio de fome. Almoço em um restaurante ali por perto, pra depois comer aqueles chocolates deliciosos do café da esquina. Algumas vezes íamos querer sair e rodopiar pelas ruas paulistanas, mas num frio como tem feito esses dias, desejaríamos sofá, edredom e DVD. Ou algo parecido que ocupe dias frios.

Sairíamos com nossos amigos, tomaríamos nosso Rosé e voltaríamos pra casa agradecidos pelo domingo que ainda ia chegar. No domingo o almoço seria em casa, a quatro mãos. Acho que os primeiros não seriam tão gostosos, mas o tempo mudaria isso. :) Tarde de adiantamentos do trabalho da semana, acompanhado de alguma leitura ou bobagens de domingo à tarde na TV até dar a hora de ir a igreja e sairmos.

Nas noites, o sono ia chegar e nos levar pra cama, onde ele iria embora no mesmo instante que a conchinha se formasse. E então, né, obviamente, a gente ia aproveitar o tempo sem sono pra explorar cada uma das nossas delícias e dormir feliz pra mais um novo dia.

*

E aí que quando ouço que deveria ter uma vida minha pra tomar conta dói, mas quando penso nessa vida, que Deus mesmo tem mostrado, peço pra que ela chegue logo.

Aqui o post editado.

segunda-feira, junho 29, 2009

E então?

O que eu deveria sentir agora?

Paz já tenho, meu maior ganho. Mas o que mais?

quarta-feira, junho 24, 2009

Música na caixola

Porque a MC indicou essa música via twitter, pra um momento dela. Eu adoro Queen e nunca tinha lido com calma, entendido "pra dentro" essa letra. Hoje foi a primeira vez...


Não vou colocar a letra toda, somente o que eu "entendi pra dentro".

Why - why - why ?
Love love love love love

Insanity laughs under pressure we're cracking
Can't we give ourselves one more chance
Why can't we give love that one more chance?
Why can't we give love...?
give love give love give love give love give love give love give love give love...
'Cause love's such an old fashioned word
And love dares you to care for
The people on the edge of the night
And loves dares you to change our way of
Caring about ourselves
This is our last dance
This is our last dance
This is ourselves
Under pressure
Under pressure
Pressure

*Se existem motivos para eu desejar ter nascido antes, esse é um deles... Ter visto Freddie Mercury em ação.

Dia de paz

Por mais louco que pareça pra mim, dentro de todo esse tempo, ontem, foi o dia em que tive mais paz.
Dia de ausência de lágrimas.
Não porque eu já as tinha usado todas, mas porque não tive vontade de chorar.

Penso muito até onde podemos ir. Até onde eu posso ir.
Prefiro ter o limite de Deus ao meu. Isso é fato.
Mas o meu limite está aqui, paupável e concreto quando eu me lembro de tudo que acredito e aconselhei até hoje.

Tá difícil saber como agir, pensar e falar. Porque o sentir nos engana tanto que prefiro deixar isso pra depois de tudo, ou de nada.

sexta-feira, junho 19, 2009

A Semana

A semana fooi corrida, como sempre é pós Fashion Rio.

Moitos e-mails para colocar em dia - que ainda não acabei - pesquisa de cliente, pesquisa do curso, organização do blog, cobertura do SPFW... Ufa! Por isso, nessa semana, me dei um presente que só é possível porque Deus tem me ajudado: Contratei uma pessoa pra trabalhar comigo - não gosto de usar o termo assistente.

Estou feliz e mais tranquila! Feliz porque é mais um passo de gente grande e tranquila porque, agora, posso idealizar e dividir a execusão. O que é ótemo!

No mais, estou super sentindo falta de uma igreja - pena que eu ainda não sei qual é. E quero retomar o estudo do 1 mês para viver, porque tive que dar uma parada...

Ainda tem o lance do Mark, distância, falta, questinamemtos e tal, que eu deixo pra minha gastrite adquirida cuidar. Não vale a pena ficar só falando disso e disso e disso, né?

Só não prometo que todo post será como esse, porque todos esses questionamentos, algum dia, vão ter que sair. Hoje, saiu, um pouco, em forma de hello-ô. Mas não por aqui, pelo menos não por enquanto.

Se alguém perguntar por mim, diga que meu coração tá na merda, mas meu trabalho mantém minha mente nas nuvens. :)

segunda-feira, junho 15, 2009

Feriando

Rolou uma porva - como diria a minha vó - no dia 09 com dierieto a beijo de aniversário e presente de Dia dos Namorados antecipado.

Nesse dia rolou tb um bode, daqueles que você não sabe de onde vem, mas que está presente há 1 mês e 4 dias.

Dois dias depois ele chegou com a chuva.
O friozinho e a chuva em nada atrapalharam o objetivo de estar junto. Não mesmo.

Foi assim quinta, sexta, sábado e domingo. Daqueles que são otimistas e sabem contar, logo ouço: Uau, 4 dias! Contando com o dia 09, são 5 só em junho.

Na boa, olha a minha cara pra você: ¬¬

São 5 dias até aqui, mais 3 finde que vem - que vamos a vitória - e aí se faz 8 dias. VIVA!

... ¬¬

Como já era de se esperar, estar junto é ótimo. Restaurantes, exposições, museus, presentes, abraços, esticadas até não aguentar de sono, pra poder ficar mais junto e beijos, claro.

O ruim é quando se tem que ir... Uma nascente jorra do meu olho, meu corpo responde com coisas de meninas desreguladas, as unhas todas quebram e a noite, enquanto ele está no ônibus, é de enxaqueca quase mortal.

Ainda não entendi bem que benefício há nisso se é melhor quando estamos juntos...




Better Together

[Jack Johnson]
There's no combination of words
I could put on the back of a postcard
No song that I could sing
But I can try for your heart,
our dreams, and they are made out of real things
like a shoebox of photographs
with sepia-toned loving
Love is the answer
at least for most of the questions in my heart, like
Why are we here? And where do we go?
And how come it's so hard?
It's not always easy and
sometimes life can be deceiving
I'll tell you one thing, it's always better when we're together

Mmmm, It's always better when we're together
Yeah we'll look at the stars and we're together
Well, it's always better when we're together
Yeah it's always better when we're together

And all of these moments
just might find their way into my dreams tonight,
But I know that they’ll be gone
when the morning light sings
and brings new things
for tomorrow night you see
that they’ll be gone too,
too many things I have to do
But if all of these dreams might find their way
into my day to day scene
I'd be under the impression
i was somewhere in between
With only two,
Just me and you,
Not so many things we got to do
or places we got to be
We'll sit beneath the mango tree, now,

Yeah It's always better when we're together
Mmmm, we're somewhere in between together
Well, it's always better when we're together
Yeah, it's always better when we're together

mmmmmmm

I believe in memories
they look so, so pretty when I sleep
Hey now, and when I wake up,
you look so pretty sleeping next to me
But there is not enough time,
There is no, no song I could sing
and there is no combination of words I could say
but I will still tell you one thing
We're Better together

quinta-feira, junho 04, 2009

Apenas o Fim



Num break do trabalho frenético achei esse vídeo... Me identifiquei tanto, tanto que dói.
Dói de chorar muito e sozinha.

Dói de querer quebrar a rotina e ir o cinema so-zi-nha. Pra, quem sabe, encontrar naquela super tela alguma coisa que me explique.

*por esse trailer, vale a pena até estourar o layout do blog.

quarta-feira, junho 03, 2009

Música na caixola

Mais uma vez
[Marisa Monte]

Mais uma vez eu vou te deixar
Mas eu volto logo pra te ver
To com saudades no meu coração
Mando notícias de algum lugar...
Eu sei, que muitas vezes te fiz esperar de mais
Mas vejo na distância o meu pensamento voa longe demais
Fico imaginando você sofrendo na solidão
Uoouuuu
Quando eu vou deitar penso em você em seu quarto dormindo
Ahhhh
longe de você meu bem, longe da alegria
longe de você meu bem, longe do nosso lá á á á ....
Mais uma vez eu vou te deixar
Mas eu volto logo pra te ver
To com saudades no meu coração
Mando notícias de algum lugar...
Eu sei, que muitas vezes te fiz esperar de mais
Mas vejo na distância o meu pensamento voa longe demais
Fico imaginando você vivendo na solidão
Uoouuuu
Quando eu vou deitar penso em você em seu corpo dormindo
Ahhhh
longe de você meu bem, longe da alegria
longe de você meu bem, longe do nosso lá á á á ....

terça-feira, junho 02, 2009

Finde esticado em SP

Sexta eu fui pra lá e só voltei ontem.

Antes de ir olhei 2horas pra mala vazia. Estava cansada física e emocionalmente. Não conseguia decidir o que eu queria.

Fui de manhã tão cedo que esqueci [quase] tudo que precisava pra trabalhar por lá.

Cheguei lá e consegui dormir um pouco. Já que era Guarulhos.

Nos encontramos no Shopping Bourbon para almoçar. Sempre bom encontrar.
Na verdade, a cura pra ausência é a presença e não há paliativo pra isso. Eu bem tenho entendido isso diariamente...

Nem junto tenho fome, acho tudo sem gosto. Já me vejo perdendo os quilos que ganhei nesses anos de proximidade.

Depois do trabalho, hora de visitar a Nessinha e sua casa. Fomos bem recebidos com champagne e vinho. O tradicional album de casamento estava lá, para que a gente visse, além da apresentação da casa. Na hora do brinde, todos brindaram o meu futuro, ela brindava o não estar mais sem amiga em SP. E eu ficava cada vez mais reticente...

No sábado, dia dele conhecer minha família emprestada. Depois andamos muito pelo Jardins e percebi que estava ficando gripada - não imaginava o quanto!

Depois, encontro com amigo carioca, prima e amigos novos na pizzaria. O remédio começou a me deixar grogue e tivemos que ir embora.

Em casa, tentamos ficar juntinhos e ficamos até onde as minhas reticências, que teimam se transformar em interrogações, permitiram.

No domingo almoço bom, daquele de quem esquece de tudo. Depois, no bairro onde ele vai morar, fomos ao café da foto da semana passada. Lindo, lindo.

Resolvemos andar mais pelo Jardins, até encontrar amigos capixabas, no Oscar Café. De lá saímos com Bart para comer o melhor bolo de chocolate do mundo, que eu gostei muito.

Ainda vimos Fantástico, até ele ter que ir.

Na segunda, trabalhei frenéticamente, até almoçarmos um almoço sem gosto e nos despedirmos.

No momento que cheguei em casa percebi que não, eu não estou sendo extremista e nada assim... Eu realmente não quero viver dessa forma.

A cura para ausência é a presença...

quinta-feira, maio 21, 2009

15 dias

"Oi, tudo bem? Só liguei para dar um oi e saber como você está." - do http://luvluvluv.tumblr.com/ | As pequenas coisas constroem as grandes.

Hoje faz 15 dias.

Já houveram dias ótimos, dias péssimos e dias tristes.
Às quartas e quintas dói reviver nossa vida pelo caminho, estando só.
Nos finais de semana abre-se um buraco chamado vazio, quando em dois dias pareço viver 50hrs de uma espera eterna.

Há 15 dias espero.
No 14º percebi que espero em vão.
O interesse que há é o do fingir estar bem - coisa que nem hoje e nem nunca soube fazer.

Quando é maior que eu, transbordo.
Em palavras, lágrimas e, sim, espero o retorno que não seja o meu próprio eco.

Mesmo dizendo, ensinando e entregando o mapa, existe a sempre a oção de se fazer o que quer.
Esse assunto pertuba, claro.
Mas é o fato real, que não pode ser evitado.

Não sei e não acho inteligente evitar assuntos e fatos.
Prefiro vivê-los, porque sei que quando eles passarem, não terei nada pendente.

segunda-feira, maio 18, 2009

Hoje eu li

Lving is easy with eyes closed

Se eu não soubesse exatamente onde estava, poderia ter pensado que caí de paraquedas em algum lugar capaz de revirar os sentimentos de cabeça para baixo. E dessa vez não era somente uma questão da velha visão-romantizada-do-amor, aquela com a qual a realidade não pode competir. Era um remexido por dentro, um gosto de desconhecido na boca e uma grande falta debaixo dos pés. E tudo isso, por alguns instantes, quase tomou para si o entedimento do que é real.

Daqui!

sexta-feira, maio 15, 2009

10 dias



O pré foi de alegria e paz, mas tb foi difícil. Porque de alguma forma eu já pressentia como me sentiria e como seria do lado de lá.

O dia foi de noite em claro, febre e o corpo dando sinais de que a super woman aqui não era de nada, era de marmelada.

O dias úteis foram de uma mistura de sentimentos e questionamentos. [...] Então, veio a saudade.

Uma das coisas que deveriam ter o jargão de que "a gente nunca esquece" é o primeiro final de semana longe. Ainda mais se ele tiver o plus de ser o de aniversário de namoro. Inesquecível mesmo o vazio sem tamanho. Em meio a festas na família e de família, eu queria tê-lo, sim, ao alcance de 15minutos.

[...]


Um eco de sentimento e verdades estava hospedado em mim. O que fazer? Desanimo total [...].

Foi assim até quarta, quando eu tive que retomar o caminho de sempre e me vi sem o objetivo dele. Disse tudo e chorei. [...] por ver em mim este presente que eu não quero viver.

É um sentimento diário de perda do dia-a-dia, de andar pra trás. O normal seria sentir no plural, consolar no plural e planejar no plural.

Mesmo assim continuo feliz por ele, pela oportunidade e tudo mais. O que lamento é estar vivendo o que já era pressentido. :/