Um observatório da criação da vida, do futuro, da carreira e do amor.
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quinta-feira, junho 04, 2009
Apenas o Fim
Num break do trabalho frenético achei esse vídeo... Me identifiquei tanto, tanto que dói.
Dói de chorar muito e sozinha.
Dói de querer quebrar a rotina e ir o cinema so-zi-nha. Pra, quem sabe, encontrar naquela super tela alguma coisa que me explique.
*por esse trailer, vale a pena até estourar o layout do blog.
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Olhos inchados
sábado, fevereiro 23, 2008
what a week...
Uma semana daquelas péssimas, conhece?
Um furacão passou e não deixou nada no lugar. Nosso dever é, agora que ele se foi, nos ajudar a colocar tudo no lugar, cada um desempenhando o papel que lhe é devido.
Noites sem dormir [5], falta de apetite, desleixo com a aparência, surpresas não bem-vindas, silêncio, dor, lágrimas, decepção, medo, querer fazer a vontade de Deus, conversas, lágrimas, lágrimas, lágrimas e lágrimas.
Estou cansada e ainda não consigo saber de tudo o que vai ficar, acontecer, renovar. Isso prefiro deixar com Deus, que aliás foi tão presente e mostrou tantas coisas - que nem sempre são boas.
Dentro do olho do furacão, aconteceram momentos preciosos onde saber o seu papel e o seu limite fizeram toda a diferença. Saio fortalecida por poder ajudar, por ter procurado falar o que Deus quer para isso tudo, por ter me mostrado mas ter provado que não há nada além do que o meu papel que eu possa fazer, por ter reencontrado alguém que amo e saber que dali sempre tem algo a se aprender... Provavelmente vou aprender outras lições, enquanto estiver digerindo isso tudo. Ontem foi tempo de agir, agora de digerir e colocar as coisas no lugar, amanhã de colher o fruto de ser fiel a Deus.
Um furacão passou e não deixou nada no lugar. Nosso dever é, agora que ele se foi, nos ajudar a colocar tudo no lugar, cada um desempenhando o papel que lhe é devido.
Noites sem dormir [5], falta de apetite, desleixo com a aparência, surpresas não bem-vindas, silêncio, dor, lágrimas, decepção, medo, querer fazer a vontade de Deus, conversas, lágrimas, lágrimas, lágrimas e lágrimas.
Estou cansada e ainda não consigo saber de tudo o que vai ficar, acontecer, renovar. Isso prefiro deixar com Deus, que aliás foi tão presente e mostrou tantas coisas - que nem sempre são boas.
Dentro do olho do furacão, aconteceram momentos preciosos onde saber o seu papel e o seu limite fizeram toda a diferença. Saio fortalecida por poder ajudar, por ter procurado falar o que Deus quer para isso tudo, por ter me mostrado mas ter provado que não há nada além do que o meu papel que eu possa fazer, por ter reencontrado alguém que amo e saber que dali sempre tem algo a se aprender... Provavelmente vou aprender outras lições, enquanto estiver digerindo isso tudo. Ontem foi tempo de agir, agora de digerir e colocar as coisas no lugar, amanhã de colher o fruto de ser fiel a Deus.
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Olhos inchados
terça-feira, outubro 17, 2006
Realidade de olhos inchados
Depois de tanto esforço pra me sentir grata e não enxergar em mim qualquer gratidão.
De tentar estar alegre, porque assim as pessoas esperavam que eu estivesse.
De olhar pra trás e procurar algo que eu possa chamar de meu.
De olhar pra frente e ver além das ilusões...
Meu olhos se cansaram.
Meu peito se apertou.
E pela primeira vez eu me senti uma pessoa realmente triste.
Logo eu: a "alegria da casa", a "amiga doida", a "palhacinha"...
Talvez esse meu eu, que todos vêem,
Tenha se ausentado no dia em que era esperado que ele ficasse.
Foi quando meu olhos e meu peito não agüentaram mais e me inundaram em lágrimas,
Daquelas mais doídas.
Daquelas mais reais...
A realidade de estar só.
A realidade de estar cansada de correr atrás,
Porque não se consegue nem ver a sombra de quem esta na frente.
A realidade de depois de tanto tempo ainda ser uma adolescente,
porque as conquistas de hoje são as mesmas daquele tempo.
De tentar estar alegre, porque assim as pessoas esperavam que eu estivesse.
De olhar pra trás e procurar algo que eu possa chamar de meu.
De olhar pra frente e ver além das ilusões...
Meu olhos se cansaram.
Meu peito se apertou.
E pela primeira vez eu me senti uma pessoa realmente triste.
Logo eu: a "alegria da casa", a "amiga doida", a "palhacinha"...
Talvez esse meu eu, que todos vêem,
Tenha se ausentado no dia em que era esperado que ele ficasse.
Foi quando meu olhos e meu peito não agüentaram mais e me inundaram em lágrimas,
Daquelas mais doídas.
Daquelas mais reais...
A realidade de estar só.
A realidade de estar cansada de correr atrás,
Porque não se consegue nem ver a sombra de quem esta na frente.
A realidade de depois de tanto tempo ainda ser uma adolescente,
porque as conquistas de hoje são as mesmas daquele tempo.
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