Sexta eu fui pra lá e só voltei ontem.
Antes de ir olhei 2horas pra mala vazia. Estava cansada física e emocionalmente. Não conseguia decidir o que eu queria.
Fui de manhã tão cedo que esqueci [quase] tudo que precisava pra trabalhar por lá.
Cheguei lá e consegui dormir um pouco. Já que era Guarulhos.
Nos encontramos no Shopping Bourbon para almoçar. Sempre bom encontrar.
Na verdade, a cura pra ausência é a presença e não há paliativo pra isso. Eu bem tenho entendido isso diariamente...
Nem junto tenho fome, acho tudo sem gosto. Já me vejo perdendo os quilos que ganhei nesses anos de proximidade.
Depois do trabalho, hora de visitar a Nessinha e sua casa. Fomos bem recebidos com champagne e vinho. O tradicional album de casamento estava lá, para que a gente visse, além da apresentação da casa. Na hora do brinde, todos brindaram o meu futuro, ela brindava o não estar mais sem amiga em SP. E eu ficava cada vez mais reticente...
No sábado, dia dele conhecer minha família emprestada. Depois andamos muito pelo Jardins e percebi que estava ficando gripada - não imaginava o quanto!
Depois, encontro com amigo carioca, prima e amigos novos na pizzaria. O remédio começou a me deixar grogue e tivemos que ir embora.
Em casa, tentamos ficar juntinhos e ficamos até onde as minhas reticências, que teimam se transformar em interrogações, permitiram.
No domingo almoço bom, daquele de quem esquece de tudo. Depois, no bairro onde ele vai morar, fomos ao café da foto da semana passada. Lindo, lindo.
Resolvemos andar mais pelo Jardins, até encontrar amigos capixabas, no Oscar Café. De lá saímos com Bart para comer o melhor bolo de chocolate do mundo, que eu gostei muito.
Ainda vimos Fantástico, até ele ter que ir.
Na segunda, trabalhei frenéticamente, até almoçarmos um almoço sem gosto e nos despedirmos.
No momento que cheguei em casa percebi que não, eu não estou sendo extremista e nada assim... Eu realmente não quero viver dessa forma.
A cura para ausência é a presença...